TEMPEROS DA ALMA

Segundo Sartre, o poeta sente as palavras ou frases como coisas e não como sinais, a sua obra como um fim e não como meio, mas como uma arma em combate. Nietzsche , buscou na arte uma aprendizagem para Filosofia, mais ainda: uma experiência de vida em plenitude. Assim, por acreditar que há uma cumplicidade entre Arte e Filosofia que ambas são janelas através das quais podemos vislumbrar outras possibilidades para o pensar, analisar, comparar, conceituar e provocar mudança de atitude diante do que a vida tem de diferente .Além disso a Filosofia e a Arte provocam uma ação de desnudamento da ética e estética acordando palavras adormecidas, desencantando , encantando outras tantas palavras ditas e mal ditas. Mergulhada sobre a égide da minha própria existência como uma obra de arte em construção, da capacidade de ver no outro um outro de mim mesma e como alguém que usa da mística de encantar tornando mágico o existir lançando de outros olhares para Filosofar; compreender e viver melhor ! bem, essas foram as razões que me impulsionaram a criar esse espaço. Entre!! aqui é a nossa ágora. Traga o teu tempero: sal, alho, cravo,canela, cominho, mel, limão, gengibre ,colorau, cebola , camomila, gengibre, flores, cores, sabores , perfumes para Filosofar, Poetizar...Explicar o inexplicável, no explicável se perder para se achar,há em todos a loucura de cada um Ah! Vejo flores em você! Flor do Cerrado

quinta-feira, 28 de junho de 2012

TempErancia de SabeDoriA


Outono tempo de deixar sair,
tempo de esvaziar-se
e a temporada da semente que cai na terra.
Ali ela vai passar o inverno sequinha, a energia apenas
latente, e só com as águas da primavera voltará;
E a natureza nos ensina que há tempo para esperar, brotar e fluir ;
E ensina a aceitar a beleza das coisas que passam...e voltam...
                                                       como disse Dalai Alama:
Sempre as mesmas estações, mas nunca a mesma primavera!! Namastê


Ao SaboRes da Vida

Ao final do caminho dirão?
- E tu, viveste? amaste?
e eu, nem vou dizer nada,
abrirei o coração,
cheio de nomes.
                                                Don Pedro Cassaldáliga
 

segunda-feira, 25 de junho de 2012

domingo, 24 de junho de 2012

ChEiRo de MaTO

 Há dias que algo me espanta e sem muita certeza das coisas,
     tendo somente a incerteza como certeza de que o Ser Humano 
                             a cada dia me espanta, espantalho;
                             espantalho, me espanta. Flor do Cerrado


GoTaS dE EssÊnCia


As coisas com ou sem você passam...
e voltam, é um constante DEVIR, 
 um eterno SER e NÃO SER. Flor do Cerrado

sábado, 23 de junho de 2012

ReFrEscO para ALmA


Toda vez que eu me perco...eu me encontro.
 Simples assim. Flor do Cerrado

ErVas e ArOmas: Quem não procura a felicidade?


Se eu pudesse trincar a terra toda
E sentir-lhe um paladar,
Seria mais feliz um momento...
Mas eu nem sempre quero ser feliz.
É preciso ser de vez em quando infeliz
Para se puder ser natural...
E nem tudo é dias de sol,
E a chuva, quando falta muito, pede-se.
Por isso tomo a infelicidade com a
Felicidade
Naturalmente, como quem não estranha.
Que haja montanhas e planícies
E que haja rochedos e ervas...
“Alberto Caeiro, in “O Guardador de Rebanhos”
Poema XXI- Heterônimo de Fernando Pessoa